Templates da Lua

Perfil

Verô - alguém aprendendo a escrever




Blogs amigos

Templates da Lua
Lua nova sempre nova

Minhas Medit@ções

Escrevo porque meu sanar é água...

Bressane

Diário de Viagem

Controllc
Fake Dreams
Etc...

Sites legais

Portfolio
ZURA!
Templates da Lua
Eliana Printes

Etc


Conteúdo aqui

Créditos

Templates da Lua - templates para blogs
Essa página é hospedada no Blogger. A sua não é?

Arquivos


Quinta-feira, Fevereiro 23, 2006

Dia desses entrei num blogg que costumo visitar e li um desabafo cansado de quem havia sido identificada como amiguxa, num bloguxo e por ai vai. Confesso que fico me perguntando quem deu certos direitos ás pessoas. Explico: pessoas que não conhecemos que não se importam de verdade com a gente, mas, que se sentem muita amigas, muito íntimas e muito á vontade.
Hoje vou desabafar, posso?
Talvez não devesse, mas, tá no calo e ainda tá incomodando.
Ano passado uma pessoa, não sei como falar, uma mulher isso... pediu para ser adicionada no meu orkut. Quem já passou na minha página sabe, que peço a gentileza de se identificar para ser adicionado. Ela não se identificou. Eu não sabia quem era. Minto, sabia, mas, não sabia. Já explico. Eu sabia que ela existia, mas, nunca havia conversado com ela, nem na vida real, muito menos na virtual. Ela não escreveu nada, não se identificou, nada. Recusei o pedido.
Tornou a pedir. Eu, que não era a pessoa interessada, gentilmente, fui lá à página dela e disse: ¿desculpa, mas, vem cá, eu te conheço? rrsrs...¿ Aí ela fez favor de se identificar.
Sou fulana de tal, amiga de ciclana (que é minha amiga) esposa de beltrano (meu ex-namorado). (Detalhe, ex que não vejo desde que terminei, quase quatro anos atrás)
E ai? Impasse montado, não? Cliquei no sim, achando que enfim... Lá sei o que eu achei. Sei lá quanto tempo depois, a coisa começou a me incomodar porque começaram a vir e-mails daqueles de corrente que não tinham nada haver comigo, pra minhas contas de e-mail. Fiquei me perguntando a razão daquilo. E ai, exclui.
Tempos depois, novo pedido pra ser adicionada. Recusei. Depois de novo. Mais um não clicado. Depois de novo e de novo, e de novo, e de novo. Sei lá quantas vezes, seguidas de não em todas elas. E detalhe todas elas sem nenhuma identificação e tal.
Tenho que confessar três coisas. Primeira: não sou um monstro. Mas, também não sou uma santa. Sempre fazendo caridade. Segunda: não tenho na minha lista pessoas que eu não conheço. Pode até que seja um conhecimento virtual, mas, são pessoas que troco idéias, seja nos bloggs que navego, seja no msn, enfim... Terceira e última: pra que mesmo? Pra que ela quer tanto ser adicionada?
Ai vem a minha explicação. Namorei o cara que hoje é marido dela, quando namorávamos, ele era solteiríssimo. Pretérito perfeito. Mas, se quiser conjugo nos outros passados. Namorava e mais longe ainda, namorara. Tempos depois, lá sei eu quanto tempo depois, eles se casaram.Quando o filhinho deles nasceu, ela enviou umas fotos da família para a minha amiga (que é amiga dela) e mostrando a família fez um comentário no e-mail a meu respeito. Não lembro bem qual era, mas, não gostei. Algo meio jocoso, do tipo, sei tudo a respeito dela.... Não entendi nada, mas, não gostei. ponto. Detalhe é que enquanto namorei, namorava, namorara com esse sujeito, nunca soube dela. Não conheci mesmo. Eu me lembraria se fosse o caso. Acredito que ele a conheceu depois que terminamos. Então...
Devo admitir, que dizer sim ao pedido dela, talvez me poupasse de muitas dores de cabeça. Mas, aprendi a não fazer nada com o qual eu não concorde, nem veja finalidade. (Além de decidida, resolvida e tal, sou cabeça dura mesmo...rsrsr) Aí veio a pior parte. E-mails pra mim com a mensagem: ¿por que não me adiciona? Por que fui excluída? Por que não quer ser minha amiga?¿ Ah gente... vem cá, vai....
Continuei quietinha.
Já diz o sábio Salomão (aquele rei judeu, da antiguidade) ¿Falar é prata, mas, calar é ouro.¿ Pois é...
Até a hora que recebi uma mensagem no meu celular. Dá pra crer? Era de noite.
No dia seguinte, abri meu e-mail e em três dos meus endereços havia a mesma mensagem. Não dava mais, dava?
Escrevi uma resposta, mais ou menos no mesmo tom deste post de hoje. Talvez, mais ácida. Pedi desculpas, disse que não é o meu normal, que quem sabe em outra ocasião, de outra forma e tal, mas, que eu não via necessidade de. Que quero pessoas por perto que se preocupem comigo, e que estejam dispostas a ir além da superfície. Que não era nada pessoal, mas, que era de ordem de coerência comigo mesma. Que não tenho uma lista do orkut pra dizer que sou popular e tal. E que eu não imaginava a razão da obsessão dela. Que ela tinha uma necessidade muito grande de ser ouvida, lida, prestada atenção. Até mensagem de celular, gente? Por favor...
Sei que hoje o que escrevo, difere da Verô que costuma expor suas idéias por aqui. Mas a minha indignação é sobre quem dá o direito para essas pessoas... Eu não dei. Penso que infelizmente, o fato de estarmos na internet, e conhecermos alguém assim e tal, nos dá o falso direito de intimidade. Não falo de se pedir pra ser adicionado, não. Falo de se perguntar à razão de um não. Já adicionei pessoas que foram do meu convívio, que deixei scraps dizendo como era bom reencontrar, que gostaria de saber como estava e tal, e a pessoa me recusou. Eu voltei pra perguntar a razão? Nunquinha. Direito dele e acho que bom senso meu.
Perdão pelo desabafo, mas, fica ai a minha pergunta; é lícito invadir o mundo do outro? Mesmo que virtual?


Aliás, sobre perguntas... Amei as respostas. Valeu imenso por elas. E só pra esclarecer, não tenho andado com medo de nada. Só de baratas, como sempre. É que eu li o livro: Quem mexeu no meu queijo. (Bárbaro! Eu recomendo!) E ele pergunta isso.




postado por Verô às 5:13 PM

Comments:

Sexta-feira, Fevereiro 17, 2006

Eu sempre soube que escrever pra mim, era um processo de brain storm. Sabe como é? Acho que sou meio lerda das idéias, porque tenho que pensar muito sobre algo, pra espremer e sair algo. Talvez, por isso eu demore tanto a atualizar minha casinha, sei não. Estou aprendendo a sacudir o cérebro mais rápido, e tenho encomendado alguns brain storms diários. Estão acontecendo, mas, fica tudo no trabalho.
Mas, tenho andado por ai e visitado uns bloggs bem bonitinhos cheios de textinhos. Deu pra entender? Acho que vou mudar o meu estilo. Na natureza nada se cria, tudo se copia. E ai, lá no meio um brain storm... pra ser fiel ao velho estilo.
Mas... nestes últimos dias algumas coisas chamaram a minha atenção... farei algumas perguntas, se quiser responder e acrescentar, beleza. Se não, é só pra refletir, ok?

O que você faria se não tivesse medo?

Já reparou na quantidade de gente que dorme debaixo dos viadutos? E que tristeza imensa dá ver estas cenas... pessoas que perderam totalmente o senso de serem humanos?

Por que as prefeituras inventam tantas regrinhas para o uso das vans, se os ônibus não fazem o serviço por completo?

Como conviver todo o dia, com alguém que você quer esquecer?

Por que existe tanta gente, que só quer falar, falar, falar e falar e nunca ouvir?

Você paqueraria pela internet, um primo que nunca viu pessoalmente?

Por que os homens não são mais cavalheiros? Muitas mulheres dentro de um ônibus, grávidas, idosas e tal, e quase nunca nenhum homem cede a vez, por quê?




postado por Verô às 3:21 PM

Comments:

Terça-feira, Fevereiro 07, 2006

Venho pensando muito sobre sonhos. Muito mesmo. Do que eles são feitos, porque nos ocorrem e porque muitas vezes consideramos como enterrados, para no instante seguinte, algo ou uma situação concreta faze-los ressuscitar. Há um livro nas livrarias, chamado Nunca desista de seus sonhos, o autor é Augusto Cury. Confesso que tinha muita curiosidade para ler este livro. Comprei. Comecei, mas não terminei. Não que o livro seja ruim, não, não é. Mas, não o conclui ainda. Comprei este livro na intenção de que me dissesse algo que eu ainda não soubesse, que me motivasse a batalhar pelo que quero, que me desse uma visão se necessário fosse. De vez em quando volto a ele e retomo a leitura, mas, ainda não senti o impacto que procurava. Mesmo assim continuo pensando em sonhos.
Explico: era uma vez, há bons anos atrás uma menina. Cheia de sonhos. Que amava escrever. Tudo o que via ela escrevia. Tudo. Aliás, muito antes de estar inteiramente alfabetizada, de conhecer as letras de verdade, ela se sentou e escreveu poemas. Falou de estrelas, nuvens e desejos. Se alguém pegar o papel em que ela escreveu estes poemas, quando tinha apenas quatro anos, será meio difícil decifrar. A letra é horrível, não há rima, nada disso, mas, é um papel que fala de uma vontade. De um sonho. Os anos se passaram. Ela continuou escrevendo. Na escola, vendia redações, falsificava seu próprio estilo pra que o professor não suspeitasse que o autor não era quem lhe apresentava o texto, e sim, ela. Entre voltas e imensas curvas que a vida dá, ela não estudou o que gostaria de ter estudado. Contentou-se com meio caminho que significava conhecer as palavras mais a fundo, mas não era precisamente o que ela queria. Neste novo caminho, não escolhido, nem sugestionado, totalmente imposto, ela lidava com jovens e crianças repletos de sonhos. Sonhos que ela acreditava terem todo o direito de serem realizados, mas, que os seus já haviam passado do tempo, precisavam ser enterrados. Muita gente sugeriu que agora, grande, profissional e independente, estudasse a faculdade dos seus sonhos, ou ainda, que fizesse qualquer especialização na área. Negou-se. Não queria, não podia, não achava mais que valia.
Entre o corte abrupto de tantos sonhos e o lugar que ela se encontra hoje, treze longos anos se passaram. Durante estes anos, foi a diversos lugares, pediu uma chance a muitas pessoas. Mas nunca obteve uma resposta positiva. Escrever como profissão tornara-se lenda. Lembrança apenas. Enterrou seu sonho. Quem conversava com ela, quem lia seus escritos a considerava alegre, feliz, inteligente. E ela é mesmo. Além de modesta, é claro. (rs) Mas, no fundo de si pensava a seu respeito como sendo um grande fracasso. Em busca de um emprego quando solicitavam seu currículo, estremecia, tremia, se encolhia e dizia, pra si mesma, não há nada pra mostrar. Sorria amarelo e apresentava o que julgava ser o atestado de seu fracasso.
Um dia, conheceu uma pessoa. Investiu no que achava ser um possível relacionamento. Ele não se permitiu, ou não quis, ou nas próprias palavras dele, não se apaixonou. Embora o rombo no seu coração tenha sido considerável, o saldo até que foi positivo. Ele lhe indicou para uma entrevista de emprego. Trabalho pretendido? Escrever. Você riu? Eu também. Que vidinha estranha, esta. No princípio ela não queria muito. Juro. NÃO QUERIA. Não se atreveu a querer. Foi para entrevista no seu pior dia. Havia viajado a noite anterior inteira, e pra completar estava gripada. Falou mole e tinha cara de sono. Solicitaram que escrevesse um texto. Em puro estilo jornalístico. O tema era natal. Considerou não escrever. Não ia conseguir o emprego mesmo. Já tentara tantos, pra que mais um e mais uma vez? Bem... alguma coisa lá no fundico de seu coração mandou que escrevesse... pensou, pesquisou e enviou o texto.
De antemão, algumas pessoas comemoraram o possível emprego. Ela não. Não poderia. Coração em frangalhos. Esperança ínfima. Mas... o que ela julgara morto, ou talvez, profundamente adormecido, renasceu. Ajoelhou-se e orou. Conversou com Deus muito, como talvez nunca antes tenha feito. Não se contentou em acreditar que Deus lhe acenaria um lencinho de uma possibilidade que nunca aconteceria. Escolheu acreditar, através de sua própria falta de fé, mesmo sem saber como, que Deus não riria dela. Se a oportunidade havia surgido, era porque daria certo. Mesmo assim, recusou-se a festejar antes da hora. Não acreditava muito. Sabe como é? Acreditar sem acreditar? Pois é... Entre a entrevista e a resposta quase morreu. Ansiedade. Medo. Lágrimas. Orações.
Pra encurtar a história. Aconteceu. E sabe o que é mais legal? Ela vai voltar a estudar. Já disseram pra fazer apenas uma especialização, mas ela quer tudo. Quer o curso todo. Sabe que não volta no tempo. Sabe que não dá pra ser de novo ingênua, com dezoito anos, na facul. Mas, não está nem ai. Ela sabe que merece, e ela quer.
Por estas e outras ando me perguntando sobre os sonhos. Sobre a força deles, sobre gente que os realiza e gente que não. Uma colega do meu novo emprego, disse que nada do que sonhou se realizou. Que o emprego que tem é apenas um trabalho. Confesso que eu não soube o que dizer. Em outros tempos eu tentaria uma palavra de ânimo. Mas, ando muito abobalhada comigo mesma, para tanto. Tenho uma prima que quer muito ser comissária. Foi chamada por uma empresa de aviação por estes dias. Está acreditando. Pedindo a Deus que abençoe o seu sonho. Tenho um amigo. Quer muito deslanchar na carreira de ator. Quer ser visto. Toda edição do BBB manda sua fita de vídeo. Não tem dado muito certo. Mas, ele continua tentando.
Com tudo isso eu só quero dizer, que considero a vida incrível. Um movimento sem fim de oportunidades. Começo acreditar que o grande lance, a grande sacada é não deixar os sonhos morrerem, jamais. Eu sei, piegas e clichê, mas, no meu caso mega verdadeiro.
Beijos imensos, obrigada pela torcida. Considerem as oportunidades e não parem nunca de sonhar.


.

postado por Verô às 8:28 AM

Comments:

Sexta-feira, Fevereiro 03, 2006

Queridos amigos que me visitam e eu retribuo as visitinhas com muito prazer... tô em dívida, eu sei... mas tô sem pc em casa e o novo trabalho tá sendo corrido e ainda estou me adaptando. É. Eu disse novo trabalho. Lembram da roupa? Roupa pra trabalhar? Da genda dourada? Pois é... Verôzinha está responsável pelos textos de um jornal e uma revista empresarial. Comecei quarta-feira agora, estou mega-feliz... vcs nem imaginam o quanto... por enquanto o tutano bom está indo pra o trabalho, mas, prometo escrever logo. E na medida do possível sair por ai tomando cafezinho com vcs. Por enquanto, comemorem comigo, porque pra chegar aqui, foi muito chão, muito sonho, muitas lágrimas, muita fé e a certeza de que isso é presente do Pai do Céu. Bj grande e a gente se fala na próxima com calma.
postado por Verô às 4:07 PM

Comments: