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Terça-feira, Fevereiro 22, 2005

Trocamos de secretária em casa. A pessoa que nos ajudava nos serviços domésticos, não pôde ficar e conseguimos uma nova empregada. Ela parece ser uma pessoa muito boa. Detalhista, perfeccionista, faz bem o trabalho. Ainda não a conhecemos bem, mas, o que mostrou até agora, nos agrada. Porém isto é o normal, o básico, o que se é esperado. O que me chamou atenção porém, foi sua história de vida.
Ela veio há 22 anos do nordeste, em busca de oportunidade, um trabalho apenas. Diferente dos folhetins que tanto amamos, ela não é ainda senhora do seu destino, não tem negócio próprio, nem vida com glamour , continua cuidando e limpando as casas dos outros. Conseguiu com dificuldades, ter sua casa...ela a mantêm... o marido está desempregado e as filhas estudam, o que espera ela, seja passaporte pra uma vida melhor. Veio trabalhar toda animada, sorridente e deixou em casa, sua família apenas com café... o pó de café.
Este é o retrato legítimo de muitas famílias do Brasil. Retratos de brasileiros.
E eu, mais uma vez me indignei ante as injustiças e fealdades do mundo. Me perguntei ( colocação pronominal errada mesmo) durante um tempo, por que a vida é tão madrasta e o mundo tão cão. E embora falar de injustiças seja tão clichê, eu não estou nem ai...preciso mesmo ser clichê. Que mundo cão é este, onde pessoas morrem de fome? Onde falta emprego, justiça, e bom senso?
Infeliz ou felizmente, este é o mundo em que vivo. E cabe a mim, transformá-lo num lugar mais decente pra mim e outros viverem.
Saindo da inércia, parti para a ação. Fui ao mercado e comprei itens básicos. Intenção de suavizar o que precisa ser remediado. Por favor, não quero dizer que sou uma pessoa melhor com a minha ação. Não. Nem que deva ser aplaudida por meu ato. Fiz apenas o que qualquer pessoa coerente faria.
Já percebemos de longa data que a política, políticos e seus programas sociais (deveriam) mas, não solucionam os problemas. Resta-nos ajudar, partilhar o que temos... darmos o peixe e ensinarmos também a pescar. Gosto muito da célebre frase de Kennedy que nos leva a reflexão: ¿ Não pergunte o que seu país pode fazer por você, mas, o que você pode fazer por seu país.¿ E ai... minha proposta é simples. Estender a mão... ajudar.
Eu sei... que existem pessoas que vivem de malandragem e querem ajuda quando na verdade, não merecem, desafortunadamente precisamos ter olhos abertos, e na maior parte do tempo, coração firme. Mas... existe muita gente mesmo que precisa do que podemos dar... por hoje, estenda a mão... você verá com certeza, como eu vi, que o maior beneficiado, será você.
Pense nisto!

postado por Verô às 6:33 PM

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Sexta-feira, Fevereiro 18, 2005

Na região que moro, todo o mundo parece entender de cortar/podar mato ou grama. Explico: moro numa chácara, e meus vizinhos se constituem de pessoas ligadas a terra. Confesso que é uma escolha exótica morar em um lugar assim, em tempos modernos. Mas, confesso também, que eu gosto. Para quem morou em Sampa city, a cidade turbilhonada, que nunca dorme, nem sabe o que significa descanso; morar, onde eu moro hoje, não deixa de ser interessante.
Nesta época do ano, alto verão, parece que a conversa de todos aqui na cidade, ou mesmo na cidade vizinha, de uma forma ou outra acaba sendo sobre o mato que cresce a olhos vistos em função do calor e das constantes chuvas. Quase todas as fazendas, chácaras e sítios, pra não dizer que todas, estão escondidas atrás de uma boa quantidade de mato alto.
Na minha chácara, nós mesmos, damos conta do recado. Eu e minha família, nos empenhamos nessas atividades rurais, de manutenção do nosso espaço. Algumas vezes, alguém vem de fora pra ajudar, mas, na maioria das vezes, nós, fazemos o serviço. E agora que a chuva deu uma trégua, não seria diferente, fizemos o mutirão do abaixo o matão e temos cortado a grama.
Minha mãe prefere o cortador de grama que é um carrinho, ela empurra e vai fazendo o serviço. Eu gosto da roçadeira. Bem.. gostar, não gosto... mas, acho que o trabalho com ela rende mais. Vai mais rápido e ai, sempre escolho trabalhar com ela. Não sei porque, a roçadeira me lembra uma moto-serra...
Dias atrás, eu estava trabalhando e levei um imenso susto, quando percebi um sapo, grande, gordo e pra mim, velho, que eu havia decepado um pedaço de sua carne. Não cheguei a cortar, nem mata-lo, como já aconteceu com outros sapos, de outras vezes, mas, com a máquina, dei um corte na pele da pata dianteira dele.
Tive pena do sapo. Ao mesmo tempo que me perguntava se ele não havia notado o movimento no mato perto dele, nem, o barulho. Será que sapos são surdos? Eu não sei... Meu conhecimento do mundo animal, se restringe ao cuidado com os meus gatos. Dei um tempo para ele sair mancando, buscando um outro lugar para se recolher, possivelmente com dor. E continuei meu trabalho pensativa...
Fiquei pensando nas muitas vezes que eu sem querer, ou querendo mesmo, decepo as pessoas. Assim, com minhas atitudes a lá moto-serra, saio sem um pingo de delicadeza e atenção, ferindo sentimentos, pisoteando olhos, ouvidos, mãos e corações. Pensei também, nas vezes em que sou mutilada por pessoas-caminhões-sem-placa que me atropelam e me decepam, solapando minhas esperanças, sonhos, ou apenas um sorriso que tentei esboçar.
Lembrei da música do Lulu Santos que diz assim; ¿Já não tenho dedos pra contar de quantos barrancos despenquei, de quantas pedras me atiraram, ou quantas atirei. Tanta farpa, tanta mentira, tanta falta do que dizer, nem sempre é so easy se viver...mas, o teu amor me cura, de uma loucura qualquer...¿
Pois é... fiquei pensando também, no remédio amor. Não pude ministra-lo ao pobre sapo. Mas, posso adiciona-lo em minhas conversas, atitudes, comportamentos. Posso ministra-lo a quem eu ferir. E posso por que, não... ministra-lo também, a quem me machucar... amor pra curar o mundo... mais uma vez falo disso...amor...

postado por Verô às 12:04 PM

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Quarta-feira, Fevereiro 16, 2005

Eu gostaria imenso de escrever um texto imenso...aliás, ele está aqui suspenso na ponta dos meus dedos. Mas... encontrei amigos na net, bati altos papos, troquei de template e por hora... o texto vai ficar encalacrado... tô sem pc em casa então, tá dificil... por hora... só vou pedir ao SR. ou SRa. Mistério, que gentilmente assina com ****** asteriscos... que por favor, dê as caras...assim quem sabe a gente vai consegui se entender melhor? Prometo falar mais sobre isso, num post de verdade... espero que gostem do novo template...ele foi colocado porque algums pessoas reclamaram de ler em fundo escuro...rsrsrrs....bem no momento é só... bj no coração... e galera mudinha, comentem... este feedback é uma delícia.
postado por Verô às 3:05 PM

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Quinta-feira, Fevereiro 10, 2005

Tenho muitas coisas boas pra contar...boas mesmo. Mas, confesso que elas ainda não fizeram sentido pra mim. Explico: passei o dia numa correria danada, num trabalho sem fim. Só vi a luz do sol, quase ás cinco da tarde. Então, quis escrever...sentei e olhei para a folha página em branco. Mas, as palavras, minhas amigas-sorridentes-inimigas, foram se embora sorrindo e zombando de mim. Então pra simplesmente fazer literatura, aproveitei o texto a seguir que está escrito há algum tempo. Espero que cumpra o seu papel... quem sabe ele possa ser definido como começo de um livro ou mesmo de uma novela? Mas, sempre é bom avisar: qualquer semelhança...

Ele ganhou um cd. Presente singular e comum. Poderia ter ganho de qualquer pessoa, mas, quem lhe deu era alguém diferente. Talvez, não diferente em todo o sentidoda palavra, mas diferente na forma de ser, de questionar o mundo, de procurar suas próprias respostas. Por ser diferente e ver o mundo de uma forma única, é bem provável que não tenha se apercebido da emoção que ganhar um cd, causa. É bem provável que a maioria dos cds ganhos, não desperte tal emoção, mas aquele despertou.
E por quê?
Ele não saberia responder. Em outros tempos, em outras circunstancias, um presente assim seria apreciado e não adorado como vinha sendo. As músicas do tal cd eram maravilhosas. Convite a ouvir a trilha sonora de uma linda história de amor, e talvez, por esta razão despertassem tantas coisas... coisas estas que ele passara muito tempo enterrando, tentando esquecer que existiam... coisas que foram o objeto de sua busca e de sua dor... por isso...resolvera esquecer-se delas.
Mas que raio de poder pode haver em músicas? Simples músicas? Era simples de se entender, difícil de se assumir tal entendimento. Tal sentimento.
Eu disse a principio que quem deu o bendito cd não deveria ter tal intenção... e era nisso que o coração dele tão sofrido e magoado se fiava... dizem que não existe acasos, mas, ele se recusava a se permitir sonhar.
Mas, existia uma música dentre todas, que era pior do que todas. Eu sei... confuso... muito confuso... mas como entender um coração apaixonado? Como entender
palavras de alguém que não quer mais sofrer por ilusões? Engraçado era que ele sempre teve paixão pelas faixas 6 e 7 dos cds que escutava... por quê? Nem ele sabia, mas, aquela faixa 6 era simplesmente de matar. A lamuriosa canção de amor era em francês, e embora ele não conseguisse decodificar nenhuma das palavras, ela, a canção, chacoalhava seu coração...até o derradeiro jet¿aime do final, onde então, ele conseguia compreender e a canção fazia todo o sentido. A bem da verdade, o francês da canção, lhe fazia lembrar de Amélie Poulain. Aquela heroina meiguinha, daquele filme delicioso de se ver. Ele resolvera conhecer o filme, por indicação dela. Ela, que o presenteara com o tal cd... Assistira ao filme e se encantara. E quem não? No fundo sabia que todos sonhavam com o desfecho da história de Amélie,encontrar um amor que alegrasse a vida, e desse sentido aos dias. Quando assistiu ao filme, deu quinhentas desculpas ao fato de ter gostado dele. A fotografia, a ingenuidade da personagem, a fala do narrador, os amigos que ajudavam... outras tantas...mas, agora, ele sabia; a música em francês fazia com que ele suspirasse por um final feliz, como o de Amélie.
Estranho um homem suspirar... estranho se deixar levar... mas havia se tornado mais forte do que ele. E um sentimento estranho e intenso tomava conta dele
quando ouvia a tal canção. A da faixa 6. Ele não sabia bem o que era, se as cordas da orquestra, se a doce voz da cantora, se a própria letra que ele nem imaginava do que se tratava, mas, quando ouvia a canção, tinha vontade de calçar tênis que tivessem asas e correr até a pequena torre iluminada e quente em que ela se encontrava e lhe cantar aquela canção.
Eu sei... contra-senso para uma torre, ser iluminada... mas era assim que ele a via... moradora de sua própria torre... e ele gostaria de resgata-la,como um príncipe faria com sua amada...ele faria por ela.. sem se esquecer é claro, de cantar a canção...
Se cantaria só aquela canção? Não sabia... talvez cantasse outras, todas as melodias que lhe fluissem na hora e ele cantarolaria o que seu coração sussurrasse. Depois com a ponta dos dedos faria o contorno do seu rosto... fixaria o olhar... e a beijaria com paixão.
Muita paixão.
Mas... faltava-lhe coragem... e o tal tênis com asas, simplesmente não existia. Ele agia como Amélie (que de repente, tornou-se sua heroina,) adiava...tentava esquecer... temendo por um não, pela decepção, ou apenas o não saber o que fazer com um sentimento tão grande. Grande e pequeno, novo e antigo, seguro e inquieto, que o fazia questionar mil coisas, mas, principalmente sonhar com outras tantas.
Não que ela fosse a mulher mais sensacional do mundo.Não. Certamente, existiriam outras tantas por ai...mas, pelo jeito como se sentia quando estava com ela.
Como se tivesse finalmente, chegado em casa. Não era dado a admitir seus arroubos românticos, mas, sempre imaginara que um dia experimentaria o amor. Havia se apaixonado e vergonhosamente sido abandonado... daí vinha a sua dor... o seu medo. Ultimamente vivia o que tivesse de viver, mas, entregar seu coração? Jamais.
Até o dia em que ganhou o tal cd. Talvez, não exatamente no dia... ela era apenas uma amiga...querida, de fato. Mas, nada mais. Até ele ouvir a tal canção... e pela música, vê-la de forma diferente.
Pensava ainda, que era bem provável que tal sentimento já existisse... ele que não se deixara perceber... já que a achava imensamente inteligente, enigmática e
nunca sabia exatamente o que dizer quando estava perto dela. Mas que sentia-se feliz apenas por estar perto... daquelas felicidades, que a gente não racionaliza apenas se sente leve... e só.
Ai... ganhou o incrível cd e ouviu a doce música...num passe de mágica, quis ouvir todo o cd ao lado dela...e não só uma vez... quantas a ocasião permitisse. Quando ouviu a faixa 6, a tal... ai... viu-se enredado, não havia como fugir. Havia sim, como não falar e consequentemente não fazer papel de tolo, bobo...
Ouviu a tal canção... cantarolou o que entendeu...ficou pensativo... Escreveu uma carta de amor... expôs todos os sentimentos no papel... mas, ainda faltava coragem para mandar... ela era muito especial... bater a sua porta e ela não querer abri-la, seria doloroso demais... queria confessar... dizer... esperar...enquanto isso a canção tocava ...





postado por Verô às 6:41 PM

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Segunda-feira, Fevereiro 07, 2005

Ultima vez que escrevi, falei sobre o medo. A bem da verdade dei até uma cara poética para o coitado. Confesso que a intenção não era esta. Inseri outras idéias antes de falar do real motivo do texto e do meu pensamento sobre medo.
Tive o desprazer de dias atrás, ser acordada por um big tiroteio. Algo assim, que durou quase que 2 horas ininterruptas. Explico: era domingo á noite. Milhares de operários dormiam em suas camas, infelizmente ao pé de um morro, quando... a princípio fogos espocaram no ar e depois os fogos foram trocados por fogo de verdade. Quem atirou em quem, é fácil de presumir, algo tipo brincadeira de criança; mocinho contra bandido ou polícia contra ladrão, mas ninguém sabe precisar de onde veio a primeira bala. E o pior no dia seguinte ninguém viu, ninguém sabe, ninguém fala sobre o assunto. Código do silêncio. Código do medo. Sobrevivência. Aquiescência. Estranha forma de se viver. Ninguém falou nada, mas nos carros perfurados havia sinal de algo que aconteceu. No chão, cápsulas de balas atestavam o evento. Um muro ou outro, de um calmo bairro domiciliar, perfurado, dizia em mudas palavras o que ninguém ergueu a voz pra confessar.
Por medo a gente se cala e nem comenta o que aconteceu. Eu mesma, nem soube como escrever ou falar das terríveis sensações que me passaram pela cabaça enquanto a confusão toda se desenrolava. A verdade é que no primeiro momento eu dormia o sono profundo, dos mais justos mortais. Fui acordada por minha sobrinha mais velha que embora, não tenha demonstrado, nem, falado muito estava assustadíssima. De lá pra cá, ela, anda dormindo picadinho, acordando a todo instante, ouvindo a noite, pensando talvez, que se vigiar não seja necessário acordar com a barulhada infernal a que foi submetida.
Que mundo é este?
Enquanto os tiros espocavam bem perto de nós, pedi a Deus que a menorzinha não acordasse. Minha sobrinha mais velha tem 11 anos, fica mais fácil explicar, acalmar, enfim...mas se a menor acordasse, seria mais dificil. Como explicar para ela que na outra esquina, perto de casa, digo: sua casa referência de segurança, tranqüilidade, beijos e abraços, muita gente estava brigando, lutando, quem sabe até morrendo? Pela posição de onde nos encontrávamos, possivelmente não seriamos atingidos por uma bala. Mas o medo, não nos deixa ser muito racionais numa hora dessas.
Pensei nas inúmeras famílias de gente de bem, que mora no morro ou em qualquer outro lugar que também passa por este tipo de situação, e que se vê acordado muitas noites em tiroteios. Ou que se vê exposta a tantas outras coisas, porque não tem pra onde ir, nem mesmo uma esperança de que sua condição mude. Pensei nas muitas crianças que logo cedo, são expostas a maldade, crueldade, nulidade e inutilidade de suas vidas.
Que mundo é este?
Lembrei que assisti enojada e revoltada as cenas do filme; Cidade de Deus, quando a verdade nua e crua, também acontece perto de mim. Lembrei que chorei ao assistir o menino ser baleado, no tal filme... mas que de repente, alguma mãe naquela hora, naquele exato momento também chorava de verdade, por algo real... um filho, ou filha.
E ai, agora, passados alguns dias do ocorrido ainda me pergunto: que mundo é este? Que investe milhões no mais fantástico carnaval do planeta, mas não oferece segurança, dignidade, escola, saúde, moradia, condições básicas de vida? Mas, que como anestésico, põe todo o mundo em brincadeiras e folias na rua. Perdão pra quem curte a máxima, mas pra mim, isso se tornou um paliativo ridículo. Talvez, seja mesmo necessário brincar pra se esquecer os problemas, mas, a que preço?
E ai, por medo, nada vemos, nada falamos, a tudo acatamos. Por medo. Puro medo de perder a nossa vida, a nossa língua, os nossos dedos, a nossa família ou o que tenha valor, quando na verdade ninguém, está nos valorizando. Ninguém nos está levando a sério. Se Deus não olhar por nós, e nos proteger, nos poupar de balas perdidas, ninguém mais o fará. Iniciei o post passado dizendo que somos reflexos dos nossos medos. Somos sim, por causa deles nos calamos e saímos por ai brincando, rindo, pulando, enquanto nossas casas são invadidas, nossas crianças são violentadas em sua visão de mundo e nada nos resta a não ser temer.
Finalizo este perguntando mais uma vez, na intenção de fazer pensar e chegar a alguma conclusão: Que mundo é este?

postado por Verô às 9:15 AM

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